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Curso:
Tecendo
Educação em Direitos Humanos na Educação da Paz
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Órgão
Proponente
Secretaria
Municipal de Educação de Goiânia
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Coordenação
Geral
Departamento
Pedagógico/Centro de Formação dos Profissionais da
Educação/Política Articulada de Educação da EPAZ
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Público
Todos
os Profissionais da Educação
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Número
de Vagas
200
vagas, distribuídas nos turnos matutino, vespertino e noturno
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Período
de Realização
Turmas
A, B, C, D e E - fevereiro a dezembro de 2013
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Carga
Horária
80
horas, distribuídas em 68
horas presenciais e 12 horas não presenciais
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Fonte
de Recursos
Tesouro Municipal
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2.
Justificativa
A Secretaria
Municipal de Educação – SME, possibilita por meio dos
documentos emitidos e da prática educacional, a ampliação das
oportunidades na inclusão educacional, a garantia do sucesso
escolar, a qualidade de vida, a valorização profissional, o
respeito à diversidade e às diferenças sociais e a promoção
da justiça e dos direitos humanos com a Educação da Paz.
Dessa
forma a
Política
Articulada de Educação da Paz - EPAZ, foi criada pela
Secretaria Municipal de Educação de Goiânia, Portaria nº 39 de
02/09/2011, publicada no Diário Oficial nº 5.186, de 12/09/2011
e Portaria nº 61, publicada no Diário Oficial 5.259, de
02/01/2012. A
EPAZ não é uma nova atribuição, função, competência,
habilidade, papel, projeto ou programa a ser desempenhado pelo
profissional da educação. Ela, a
EPAZ, consta de forma transversal nas diretrizes e legislações
educacionais, resoluções internacionais que o Brasil é
signatário e nas funções a serem desempenhadas pelos
profissionais da educação.
Nesse
sentido, a Política Articulada de Educação da Paz, objetiva
articular, integrar, sensibilizar, disseminar e potencializar
de forma transdisciplinar e intersetorial a construção de pontes
de Educação da Paz (EPAZ); mapear as iniciativas de cultura da
paz e os tipos de conflitos e de violências presenciadas nos
ambientes escolares, para fins de diagnóstico e mediação de
conflitos nas relações humanas; divulgar e potencializar as
experiências exitosas desenvolvidas na SME, referentes à
Educação da Paz; desenvolver estratégias de prevenção,
enfrentamento e acompanhamento dos casos de conflitos e violências
ocorridos nos ambientes escolares e promover intercâmbio entre as
instituições educacionais e os intersetoriais governamentais e
não governamentais.
Entende-se por Educação da Paz as
iniciativas alusivas à cultura da paz, valores humanos, igualdade
racial, direitos humanos, educação ambiental, sustentabilidade,
relações humanas, ética, diálogo interreligioso e
transreligioso, mediação escolar, conciliação e resolutividade
de conflitos ou violências de forma pacífica, educação
integral, participativa e democrática, saúde integral, bem estar
e qualidade de vida.
A
Resolução nº1, de 30/05/2012, estabeleceu as Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, “com a
finalidade de promover a educação para a mudança e a
transformação social”. Essas Diretrizes “tem como objetivo
central a formação para a vida e para a convivência, no
exercício cotidiano dos Direitos Humanos como forma de vida e de
organização social, política, econômica e cultural”.
Como cooperar para que a cultura da
paz e os direitos humanos prevaleçam em nossa sociedade? De que
forma a educação pode contribuir para a ampliação da Educação
em Direitos Humanos e promover ações pacíficas de convivência
e tolerância nesses tempos difíceis e incertos? Quais são as
estratégias que podem ser adotadas em situações de conflitos
e/ou violências ocorridas nos ambientes escolares que
possibilitem a educação da paz? Quais são os métodos de
mediação de conflito e de resolutividade pacífica que podem ser
utilizados nas práticas pedagógicas, nas práticas
administrativas, nas relações humanas e na promoção da saúde
integral? De que forma podemos garantir políticas de prevenção
na educação? Como podemos tecer nos Projetos Políticos
Pedagógicos e nos Regimentos Escolares a educação em Direitos
Humanos na Educação da Paz?
A
EPAZ está alicerçada na Cultura da Paz, nos Valores Humanos, na
Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Educação
Ambiental, no Desenvolvimento Sustentável, no Relatório Dellors,
na Carta da Terra e na Carta de Fortaleza, bem como:
Sendo assim, o Curso
Tecendo Educação em Direitos Humanos na Educação da Paz,
pretende oportunizar momentos de reflexões sobre a Educação em
Direitos Humanos e sobre as estratégias de promoção da educação
da paz nos ambientes educacionais contribuindo na otimização
das práticas pedagógicas, administrativas e relacionais.
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3.
Objetivo Geral
3.1.
Objetivos Específicos
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4.
Programação
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Conteúdo
Programático
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Cronograma
06/02/2013 (4h); 23 e
24/02/2013 (8 h); 06/03/2013 (4h); 03/04/2013
(4h); 10/04/2013 (4h); 15/05/2013 (8h); 02/05/2013 (4h); 05/06/2013 (4h);
07/08/2013 (4h); 04/09/2013(4h); 15 a 21/09/2013 (4h); 19 a
23/09/2013 (4 h); 02/10/2013 (4h); 06/11/2013 (4h); 04/12/2013
(4h).
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Equipe
de Formação
Convidado do
Mestrado de Direitos Humanos da UFG
Fórum Goiano de Enfrentamento
ao Crack e Outras Drogas - Eixo
Prevenção
Maria Abadia Silva
Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense
Consultora
Organizacional, Arteterapeuta, Artista Plástica, Poetisa e
Escritora
Coordenadora do
Programa AVIPAZ; Coordenadora da Área de Educação do Instituto
Brasileiro de Soluções Sistêmicas/ IBBS
Simone Disconsi de
Sá Campos
Bacharel em Direito
pela UFG, Especialista em Processo Civil e Criminalística/ UFG
Promotora
do Ministério Público de Goiás e Coordenadora
da CAO Educação
Zenaide da Luz
Graduada
em Direito/ UFG, Formação
Holística de Base e AVIVIDA/ UNIPAZ
SME/EPAZ e
Intersetoriais
Genivalda Araujo
Cravo dos Santos Graduada
em História – Licenciatura e Bacharelado/UFG, Doutora em
Ciências da Religião /PUC-GO e Coordenadora Geral da EPAZ e
Terapeutas
da Coopeart
Márcia
Bueno dos Santos Graduação
em Pedagogia/ PUC Goiás, Especialização em Docência
Universitária/ PUC Goiás, Especialização em Psicopedagogia/
FABEC
Apoio Técnico
Pedagógico da URE Brasil
Livia Costa de
Andrade Graduação
em Pedagogia/ PUC Goiás, Especialista em Docência
Universitária/ UNIVERSO, Especialista em Educação Infantil/ PUC
Goiás
Especialista em
Psicanálise em Inteligência Multifocal/ Faculdade Miguelângelo
DF
Mestre em Geografia
UFG/ISA
Gisella de Souza
Almeida
Graduação em
Pedagogia/UFG, Especialização em Psicopedagogia/UFG e Mestre
em Educação/UFG
SME/EPAZ e
Intersetoriais
Rede
de Atenção à Criança, Adolescente e Mulher em Situação de
Violência da SME e Intersetoriais
Manoel
do Bomfim Rodrigues de Souza Licenciado
e Mestre em Ciências da Religião PUC/GO; CEFPE; Equipe de Apoio
da EPAZ
Genivalda
Araujo Cravo dos Santos Graduada
em História – Licenciatura e Bacharelado/UFG, Doutora em
Ciências da Religião
/PUC-GO
e Coordenadora
Geral da EPAZ
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PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS
O
curso será desenvolvido por meio de exposições teóricas e
práticas sobre as possíveis estratégias de Educação em
Direitos Humanos na Educação da Paz, possibilitando tessitura
dessa Rede, assim como a troca de experiências e a socialização
de materiais diversos. O curso será realizado anualmente,
começando no período de fevereiro de 2013 a dezembro de 2013. A
ação formativa será desenvolvida em 80 horas, sendo 68 horas
presenciais e 12 horas não presenciais destinadas à elaboração
e execução do Projeto
de Mediação e Resolutividade Educacional.
No
horário de trabalho
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PROCEDIMENTOS
AVALIATIVOS
A
avaliação dos cursistas será realizada a partir dos objetivos e
programação prevista no Curso Tecendo Educação em Direitos
Humanos na Educação da Paz. Serão considerados como critérios
de avaliação: assiduidade, participação, comparecimento nas
atividades complementares e realização das atividades
solicitadas. Para a certificação o cursista deverá ter a
frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 70
(setenta), conforme Estatuto dos Servidores do Magistério
Público.
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PROCEDIMENTOS
DE REGISTRO E AVALIAÇÃO
A
ação formativa será desenvolvida em 80 horas, sendo 68 horas
presenciais e 12 horas não presenciais destinadas à elaboração
e execução Projeto
de Mediação e Resolutividade Educacional
nos ambientes educacionais.
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Material
a ser utilizado
Auditório e salas no
CEFPE, data show, microfone, notebook, papel chamex, lápis de
cor, fita crepe, cola, pinceis de diversas cores, xerox, rolo de
papel pardo, DVD, pápeis diversos, filmadora, câmera
fotográfica, impressora e computador; II Seminário EPAZ:
certificados de participação, placa para os Construtores de
Pontes de EPAZ, coquetel, lanche, banners, auditório,
enfeite/arranjo, filmagem, folders, cartaz, camisetas, crachá,
Cds para Anais, copos descartáveis água e café, lanche para
sala VIP.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
REFERÊNCIAS
KAFKA,
Franz. Carta
ao pai.
São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
______________.
Da
violência.
Tradução de Maria Claudia Drummond. Brasília: Ed. Universidade
de Brasília, 1985.
______________.
Mínima
moralia: reflexões a partir da vida danificada.
Tradução de Luiz Eduardo Bicca. São Paulo: Ática, 1993.
_____________.
Violência
e Psicanálise.
Rio de Janeiro: Graal, 1984.
ADORNO,
Theodor W. & HORKHEIMER, M. Dialética
do Esclarecimento.
Trad. Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
ARIÈS,
Philippe. História
Social da Criança e da Família.
Trad. Dora Flaksman. Rio de Janeiro: JC Editora, 1981.
BANDEIRA,
Lourdes. Violência
sexual, imaginário de gênero e narcisismo.
In: SUÁREZ, Mireya & BANDEIRA, Lourdes (Orgs.). Violência,
gênero e crime no Distrito Federal.
Brasília: Paralelo 15, Editora Universidade de Brasília, 1999.
BARASUOL, Evandir
Bueno. Burnout
e docência:
sofrimento na inclusão.
Três de Maio: Setrem, 2005. p. 41-59.
BERGER,
Peter L. & BERGER, Brigitte. Socialização:
como ser um membro da sociedade.
In: FORACCHI, Marialice Mencarini & MARTINS, José de Souza.
Sociologia
e Sociedade: leituras de introdução à sociologia.
Rio de Janeiro/São Paulo: Ed. Livros Técnicos e Científicos,
1978.
BRASIL, Diretrizes
Nacionais para
a Educação em Direitos Humanos.
Resolução nº. 1, de 30 de maio de 2012.
BRASIL. Prevenção
ao uso indevido de drogas: capacitação para conselheiros e
lideranças comunitárias. 2.
ed. Brasília: Presidência da República; Secretaria Nacional de
Políticas sobre Drogas – SENAD, 2010.
CARTA DE FORTALEZA. Disponível em:
<http://www.robertocrema.net/index.php?option=com_content&view=article&id=138:carta-de-fortaleza&catid=57:documentos&Itemid=54>.
Acesso em: 02 dez.
2012.
CHOPRA, Deepak. A
paz é o caminho: acabando com a guerra e a violência.
Tradução de Claudia Gerpe Duarte. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.
p. 1-114.
CODO,
Wanderley (Coord.). Educação:
carinho e trabalho.
3. ed. Petrópolis: Vozes; Brasília: Ed. da UnB, 1999.
CODO,
Wanderley; VASQUES-MENEZES, Iône. Burnout:
sofrimento psíquico dos trabalhadores em educação.
São Paulo: Kingraf, 2000. (Cadernos de saúde do trabalhador,
INST/ CUT-Brasil).
COSTA.
Jurandir Freire. Ordem
médica e norma familiar.
Rio de Janeiro: Graal, 1999.
FANTE,
Cleo. Fenômeno
bullying:
como prevenir a violência nas escolas e educar para paz.
Campinas:Verus,
2005.
FREIRE, Ana Maria Araújo. Educação
para a paz segundo Paulo Freire,
2006. Disponível em:
<http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/449/345>.
Acesso em: 02 dez. 2012.
FREIRE, Nádia Maria Bádue Freire
(Org.). Educação
para a Paz e a Tolerância:
fundamentos teóricos e prática educacional.
Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011.
FRIAÇA, Amâncio et
al. Educação
e
transdisciplinaridade
III:
Encontro catalisador do CETRANS – Centro de Educação
Transdisciplinar 3. São
Paulo: Triom, 2005.
FRIAÇA, Amâncio et
al. Educação
e transdisciplinaridade III: Encontro catalisador do CETRANS –
Centro de Educação Transdisciplinar. 3.
ed.
São
Paulo: Triom, 2005.
GOIÂNIA, Constitui
a comissão responsável pela coordenação da Política
Articulada de Educação da Paz (EPAZ) na Secretaria Municipal de
Educação de Goiânia.
Portaria nº 61de 22 de dezembro de 2011. Publicada no Diário
Oficial nº. 5.259 de 02 de janeiro de 2012, p. 25.
GOIÂNIA, Lei
sobre Política de Segurança e Saúde no Trabalho dos Servidores
Públicos da Administração Direta e Autárquica do Município de
Goiânia, nº. 9.159
de 23 de julho de 2012.
GUIMARÃES,
Áurea M. A
dinâmica da violência escolar: conflito e ambiguidade.
Campinas-SP: Autores Associados, 1996.
IPPOLITO, Rita. Guia
escolar:
método para
identificação de sinais de abuso e a exploração sexual em
crianças e adolescentes.
Brasília: Presidência da República, Secretaria Especial de
Direitos Humanos, 2003.
LEFEBVRE,
Henri. A
vida cotidiana no mundo moderno.
Trad. Alcides João de Barros. São Paulo: Ática, 1991.
MAFFESOLI,
Michel. A
violência totalitária: ensaio de antropologia política.
Trad. Nathanael C. Carneiro. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1981.
MIRANDA,
Marília G. de. O
processo de socialização na escola: a evolução da condição
social da criança.
In: LANE, Silvia T. M. & CODO, Wanderley (Org.). (Orgs).
Psicologia
social: o homem em movimento.
São Paulo: brasiliense, 2001.
NICOLESCU, Basarab. O
manifesto da transdisciplinaridade.
Tradução de Lucia Pereira de Souza. 3. ed. São Paulo: Triom,
2008.
OLIVEIRA, Maria Coleta
et al. Mediação
familiar transdisciplinar: uma metodologia de trabalho em situação
de conflito de gênero.
São Paulo: Summus, 2008.
PASOLINI,
Píer Paolo. Os
jovens infelizes: antologia de ensaios corsários.
Trad. Michel Lahud. São Paulo: Brasiliense, 1990.
PINHEIRO,
Paulo Sérgio. Transição Política e não-Estado de Direito na
República. In: SACHS, Ignacy, WILHEIM, Jorge & PINHEIRO,
Paulo Sérgio. Brasil:
um século de transformações.
São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
POSTER,
Mark. Teoria
crítica da família.
Trad. Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
RIBEIRO,
Ivete & RIBEIRO, Ana Clara Torres. Família
e desafios na sociedade brasileira: valores como um ângulo de
análise.
Rio de Janeiro, Ed. Loyola, 1993.
SANTOS NETO, Elydio
dos. Por
uma educação transpessoal: a ação pedagógica e o pensamento
de Stanislav Grof.
São Bernardo do Campo; Rio de Janeiro: Metodista; Lucerna, 2006.
SCHABBEL, Corinna.
Mediação
Escolar: semeando a paz entre os jovens.
WHH, out. 2002. Disponível em:
<http://www.colibriassessoria.com.br/MEDIACAO_ESCOLAR_DE_PARES.pdf>.
Acesso em: 05 set. 2011.
SOMMERMAN, Américo; MELLO, Maria
F. de; BARROS, Vitória M. de (Orgs.). Educação
e transdisciplinaridade II:
encontro catalisador do projeto ‘A evolução transdisciplinar
na educação’. São
Paulo: Triom, 2002.
SUÁREZ,
Mireya & BANDEIRA, Lourdes (Orgs.). Violência,
gênero e crime no Distrito Federal.
Brasília: Paralelo 15, Editora Universidade de Brasília, 1999.
TORRE, Saturnino de
La; PUJOL, Maria Antonia; MORAES, Maria Cândida.
Transdisciplinaridade
e ecoformação: um novo olhar sobre a educação.
Tradução de Suzana Vidigal. São Paulo: Triom, 2008.
WEIL,
Pierre. A
arte de viver em paz:
por uma nova consciência e educação.
Tradução de Helena Roriz Taveira; Hélio Macedo da Silva. 8. ed.
São Paulo: Gente, 2002.
PROGRAMAÇÃO
CURSO:
TECENDO EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NA EDUCAÇÃO DA PAZ
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Prefeitura de Goiânia; Secretaria Municipal de Educação e Esporte - SME; Política Articulada de Educação da Paz - EPAZ; Centro Municipal de Atenção ao Profissional da Educação - CEMAPE; Comissão de Mediação de Conflito e Convivência Pacífica - CMCCP; Comissão Intersetorial de Segurança e Saúde dos Profissionais da Educação - CISSPE;
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Tecendo Educação em Direitos Humanos na Educação da Paz
GRUPO DE TRABALHO E ESTUDO DE EDUCAÇÃO DA PAZ – GTE EPAZ
GRUPO
DE TRABALHO E ESTUDO DE EDUCAÇÃO DA PAZ – GTE EPAZ (Resolução
do CME nº 005)
Órgão
Proponente
Secretaria
Municipal de Educação de Goiânia
|
Coordenação
Geral
Departamento
Pedagógico/Centro de Formação dos Profissionais da
Educação/Política Articulada de Educação da Paz - EPAZ
|
Público
Todos
os Profissionais da Educação
|
Número
de Vagas
200
vagas, distribuídas nos turnos matutino, vespertino e noturno –
Turmas A B C D e E
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Período
de Realização
fevereiro
a dezembro de 2013
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Carga
Horária
80
horas, sendo 68 horas presenciais e 12 horas não presenciais
|
Fonte
de Recursos
Tesouro
Municipal
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2.
Justificativa
A Prefeitura de Goiânia, por meio
da Secretaria Municipal de Educação (SME), lançou no dia 27 de
agosto de 2011, durante a 9ª versão da campanha Quebrando
o Silêncio: Abaixo o Bullying,
no Shopping Flamboyant, a Política Articulada de Educação da
Paz (EPAZ). Com essa iniciativa a SME amplia as oportunidades na
inclusão educacional, a garantia do sucesso escolar, qualidade de
vida, a valorização profissional, o respeito à diversidade e às
diferenças sociais e a promoção da justiça por meio da
Educação da Paz.
Entende-se por Educação da Paz as
iniciativas alusivas à cultura da paz, valores humanos, igualdade
racial, direitos humanos, educação ambiental, sustentabilidade,
relações humanas, ética, diálogo interreligioso e
transreligioso, mediação escolar, conciliação e resolutividade
de conflitos ou violências de forma pacífica, educação
integral, participativa e democrática, saúde integral, qualidade
de vida.
A paz é fruto de justiça, de
diálogo, de partilha, de cooperação e de solidariedade. Ela se
realiza com a ação das pessoas comprometidas com a educação
integral do ser humano na relação consigo, com os outros e com o
planeta.
Como cooperar para que a cultura da
paz prevaleça? De que forma a Educação pode contribuir para a
disseminação de ações pacíficas de convivência e tolerância
nesses tempos difíceis e incertos? Quais as estratégias que
podem ser adotadas em situações de conflitos e violências
ocorridas nos ambientes escolares? Como mediar conflito nas
relações humanas?
A EPAZ não é uma nova atribuição,
função, competência, habilidade, papel, projeto ou programa a
ser desempenhado pelo profissional da educação. A EPAZ é a
educação pública nas suas prerrogativas legais, concernentes à
cultura da paz, aos valores humanos, educação ambiental,
garantia de oportunidades iguais, direitos humanos,
sustentabilidade, prevenção a toda forma de conflito, violência
ou drogadição, integração de todos os saberes e formas de
vida, inclusão dos diferentes, sucesso na aprendizagem e
qualidade de vida com felicidade.
A
EPAZ está alicerçada na Cultura da Paz, nos Valores Humanos, na
Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Educação
Ambiental, no Desenvolvimento Sustentável, no Relatório Dellors,
na Carta da Terra e na Carta de Fortaleza, bem como:
Sendo
assim, o Grupo de Trabalho e Estudo de Educação da Paz (EPAZ),
pretende oportunizar momentos de reflexões sobre a realidade e
potencializar as iniciativas criativas que podem construir pontes
de paz nos locais de trabalho.
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3.
Objetivo Geral
3.1.
Objetivos Específicos
|
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4.
Programação
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Conteúdo
Programático
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Cronograma
23
e 24/02 (08); 27 de fevereiro ( 4h); 27 de
março (4h); 10 de abril (4h); 24 de abril (4h); 15 de maio (8h); 29 de maio
(4h); 26 de junho (4h); 28 de agosto (4h); 15 a 21 de setembro
(4h); 25 de setembro (4h); 30 de outubro (4h); 13 de novembro
(4h);11
de dezembro (4h);
Atividades
não presenciais (16h)
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Equipe
de Formação
Genivalda
Araujo Cravo dos Santos - Graduada
em História, Doutora e Mestre em Ciências da Religião /
Coordenadora Geral da EPAZ
Leila
Oliveira Rodrigues
–
Graduada em Pedagogia e Mestre em Educação / Equipe da EPAZ
Manoel
do Bomfim Rodrigues de Souza - Licenciado
e Mestre em Ciências da Religião / Equipe da EPAZ
Márcia
Maristela Goiani da Silva – Graduada
em Pedagogia e Especialista em Psicopedagogia e Administração
Simone
Disconsi de Sá Campos -
Bacharel em Direito pela UFG; Especialista em Processo Civil e
Criminalística- UFG; Promotora do Ministério Público de Goiás;
Coordenadora da CAO Educação
Assessoria
Jurídica da SME
SME
de Goiânia / Parceiros
Intersetoriais
Dra.
Dagmar da Silva Ramos – Médica,
psicoterapeuta e consultora organizacional, Presidenta
do Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas de Goiânia
(COMAD); Diretora e Fundadora do Instituto Brasileiro de Soluções
Sistêmicas – IBS Sistêmicas
Márcia
Bueno dos Santos - Graduação
em Pedagogia/ PUC Goiás, Especialização em Docência
Universitária/ PUC Goiás, Especialização em Psicopedagogia/
FABEC, Apoio Técnico Pedagógico da URE Brasil
Ângela
Blau – TJGO mais Convidados
Representantes
da Política Nacional de Saúde da Mulher Negra
Célia
Regina de Souza
– com Biodança
GT
da Paz da Prefeitura de Goiânia, Primavera da Paz da Rede
Permanente pela Paz e Rede
Municipal de Educação/SME
Dra.
Maria Abadia Silva
- Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense,
consultora organizacional; Coordenadora
do Programa AVIPAZ; Coordenadora da Área de Educação do IBS
Sistêmicas
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PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS
A metodologia aplicada no Grupo de
Trabalho e Estudo (GTE) será a transdisciplinar (FRIAÇA, 2005;
NICOLESCU, 2008; SOMMERMAN, MELLO, BARROS, 2002; TORRE, PUJOL,
MORAES, 2008; WEIL, 2002), por meio de Roda de Conversa, escuta
ativa e troca de experiência, mais a revisão da literatura
proposta, interpretação e elaboração de instrumentos síntese.
No
horário de trabalho
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PROCEDIMENTOS
AVALIATIVOS
A avaliação dos cursistas será
realizada a partir dos objetivos e programação prevista no GTE
de Educação da Paz. Serão considerados como critérios de
avaliação: assiduidade, participação, comparecimento nas
atividades complementares e realização das atividades
solicitadas. Para a certificação o cursista deverá ter a
frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 70
(setenta), conforme Estatuto dos Servidores do Magistério
Público.
Síntese dos
encontros: Caderno Memória/Levantamento de dados: vídeos,
artigos, materiais jornalísticos e documentos/Levantamento de
experiências exitosas e dos desafios/Elaboração e entrega de um
Plano de Ação de Educação da Paz
|
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PROCEDIMENTOS
DE REGISTRO E AVALIAÇÃO
Síntese
dos encontros: Caderno Memória/Levantamento de dados: vídeos,
artigos, materiais jornalísticos e documentos/Levantamento de
experiências exitosas e dos desafios/Elaboração e entrega de
Plano de Ação de Educação da Paz
|
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Material
a ser utilizado
Auditório e salas no
CEFPE, data show, microfone, notebook, papel chamex, lápis de
cor, fita crepe, cola, pinceis, xerox, rolo de papel pardo, DVD,
papeis diversos, filmadora, câmera fotográfica, impressora,
computador; II Seminário EPAZ: certificados de participação,
placa para os Construtores de Pontes de EPAZ, coquetel, lanche,
banners, auditório, enfeite/arranjo, filmagem, folders, cartaz,
camisetas, crachá, Cds para Anais, copos descartáveis água e
café, lanche para sala VIP.
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
REFERÊNCIAS
BRASIL,
Diretrizes
Nacionais para
a Educação em Direitos Humanos.
Resolução nº. 1, de 30 de maio de 2012.
BRASIL.
Prevenção
ao uso indevido de drogas: capacitação para conselheiros e
lideranças comunitárias.
2.
ed. Brasília: Presidência da República; Secretaria Nacional de
Políticas sobre Drogas – SENAD, 2010.
CARTA
DA TERRA. Disponível em:
<http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/text.html>.
Acesso em: 02 dez. 2012.
CARTA
DE FORTALEZA. Disponível em:
<http://www.robertocrema.net/index.php?option=com_content&view=article&id=138:carta-de-fortaleza&catid=57:documentos&Itemid=54>.
Acesso em: 02 dez. 2012.
FREIRE,
Ana Maria Araújo. Educação para a paz segundo Paulo Freire,
2006. Disponível em:
<http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/449/345>.
Acesso em: 02 dez. 2012.
FRIAÇA,
Amâncio et al. Educação
e transdisciplinaridade
III:
Encontro catalisador do CETRANS – Centro de Educação
Transdisciplinar 3. São Paulo: Triom, 2005.
GOIÂNIA,
Constitui
a comissão responsável pela coordenação da Política
Articulada de Educação da Paz (EPAZ) na Secretaria Municipal de
Educação de Goiânia.
Portaria nº 61de 22
de dezembro de 2011. Publicada no Diário Oficial nº. 5.259 de 02
de janeiro de 2012, p. 25.
IPPOLITO,
Rita. Guia escolar:
método para identificação de sinais de abuso e a exploração
sexual em crianças e adolescentes. Brasília: Presidência da
República, Secretaria Especial de Direitos Humanos, 2003.
NICOLESCU,
Basarab. O manifesto da
transdisciplinaridade.
Tradução de Lucia Pereira de Souza. 3. ed. São Paulo: Triom,
2008.
SOMMERMAN,
Américo; MELLO, Maria F. de; BARROS, Vitória M. de (Orgs.).
Educação e
transdisciplinaridade II:
encontro catalisador do projeto ‘A evolução transdisciplinar
na educação’. São Paulo: Triom, 2002.
TORRE,
Saturnino de La; PUJOL, Maria Antonia; MORAES, Maria Cândida.
Transdisciplinaridade e
ecoformação: um novo
olhar sobre a educação. Tradução de Suzana Vidigal. São
Paulo: Triom, 2008.
WEIL,
Pierre. A arte de viver
em paz: por uma nova
consciência e educação. Tradução de Helena Roriz Taveira;
Hélio Macedo da Silva. 8. ed. São Paulo: Gente, 2002.
PROGRAMAÇÃO
GRUPO
DE TRABALHO E ESTUDO DE EDUCAÇÃO DA PAZ – GTE EPAZ
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Agradecimentos EPAZ 2012
Queremos
agradecer a você que foi Construtor e Construtora de Pontes de
Educação da Paz/EPAZ.
Queremos
agradecer o seu esforço e empenho em realizar o seu melhor e fazer a
diferença nos ambientes educacionais.
Queremos
agradecer o seu profissionalismo, apesar das dificuldades, dos
conflitos e dos problemas que você mediou e resolveu de forma
pacífica.
Queremos
agradecer por você ter mantido o contrato com a sua paz interior e
ser semeador e semeadora de paz ao seu redor.
Queremos
agradecer a você pela sua dedicação, responsabilidade e
compromisso nos cursos Conflitos
nas Relações Humanas: o que cabe às Instituições Educacionais e
no Grupo de Trabalho e Estudo
de Educação da Paz – GTE EPAZ;
nos Encontros da EPAZ nas
Instituições Educacionais; no
II Sarau Itinerante – EPAZ Saúde e Qualidade de Vida;
no Dia Municipal de Cultura de
Paz no Município de Goiânia; na
Semana de Educação da Paz da RME;
no Aniversário de 01 ano da
EPAZ; no
I Seminário de Educação da Paz: estudos, pesquisas e vivências;
na Conferência
Saúde
Emocional um Caminho da Educação da Paz,
com Dr. Augusto Cury; no Programa
Escola da Inteligência;
no Festival
Craques da Paz;
e tantas e tantas outras ações que estivemos juntos e juntas na e
pela Educação da Paz.
Queremos
agradecer pelo seu protagonismo e proatividade nas práticas
pedagógicas, administrativas e relacionais.
Queremos
agradecer por mais esse ano de 2012, um tempo de semeaduras, de
colheitas, de transformações e mudanças em todas as nossas
dimensões.
Que
a Paz, o Amor, a Felicidade, a Saúde Integral e a Qualidade de Vida
façam parte da sua vida interior e exterior.
Que
você seja a mudança que almeja para o Planeta Terra.
Que
cada um de nós possa ir além dos nossos ressentimentos, limitações
e defeitos e nos Unir em Prol da Cidadania, da Paz, da Justiça
Social, dos Direitos Humanos e da Sustentabilidade e Felicidade
Planetária.
Feliz
Natal e um Excelente 2013 com muita Paz!
Genivalda
Cravo
Coordenação
Geral da EPAZ/SME Gyn
Gilberto
Araújo
Leila
Oliveira
Manoel
Bomfim
Márcia
Maristela
Equipe
da EPAZ/SME Gyn
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Educação em Direitos Humanos na Educação da Paz
Educação em Direitos Humanos
(...) A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos Direitos Humanos e pelas liberdades fundamentais (...).
(Artigo XXVI da Declaração Universal dos Direitos Humanos)
“A educação em Direitos Humanos é, em si mesma, um Direito Humano”
(Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais)
A Educação em Direitos Humanos é considerada uma ação estratégica de promoção dos Direitos Humanos, por isso apresenta-se como eixo estruturante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
A Coordenação Geral de Educação em Direitos Humanos (CGEDH) foi criada em 2004, pelo Decreto nº. 5.174, de 9 de agosto de 2004, com objetivo de promover e implementar as ações previstas no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos.
Nesse sentido foram criados projetos em áreas capazes de fortalecer e concretizar as propostas do PNEDH. Estão em execução em todo Brasil projetos que visam: 1) Capacitações em Direitos Humanos; 2) implantação de Comitês de Educação em Direitos Humanos nos Estados e Municípios; 3) institucionalização de Núcleos de Estudos e Pesquisas nas Universidades; 4) Entrega do Prêmio Direitos Humanos.
A Educação em Direitos Humanos busca formar uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade, do respeito às diferenças e da tolerância. Preocupa-se com a difusão e disseminação do conhecimento que combatam o preconceito, a discriminação e a violência e promovam valores como liberdade, igualdade e justiça.
Educar em Direitos Humanos parte de uma perspectiva multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, promovendo, assim, uma cidadania participativa. Trata-se de uma articulação de várias dimensões que visam: a) a apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre Direitos Humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local; b) a afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos Direitos Humanos em todos os espaços da sociedade; c) a formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político; d) o desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos orientados à mudança de mentalidades e de práticas individuais e coletivas que possam gerar ações e instrumentos em favor da defesa, da promoção e ampliação dos Direitos Humanos.
(Artigo XXVI da Declaração Universal dos Direitos Humanos)
“A educação em Direitos Humanos é, em si mesma, um Direito Humano”
(Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais)
A Educação em Direitos Humanos é considerada uma ação estratégica de promoção dos Direitos Humanos, por isso apresenta-se como eixo estruturante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
A Coordenação Geral de Educação em Direitos Humanos (CGEDH) foi criada em 2004, pelo Decreto nº. 5.174, de 9 de agosto de 2004, com objetivo de promover e implementar as ações previstas no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos.
Nesse sentido foram criados projetos em áreas capazes de fortalecer e concretizar as propostas do PNEDH. Estão em execução em todo Brasil projetos que visam: 1) Capacitações em Direitos Humanos; 2) implantação de Comitês de Educação em Direitos Humanos nos Estados e Municípios; 3) institucionalização de Núcleos de Estudos e Pesquisas nas Universidades; 4) Entrega do Prêmio Direitos Humanos.
A Educação em Direitos Humanos busca formar uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade, do respeito às diferenças e da tolerância. Preocupa-se com a difusão e disseminação do conhecimento que combatam o preconceito, a discriminação e a violência e promovam valores como liberdade, igualdade e justiça.
Educar em Direitos Humanos parte de uma perspectiva multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, promovendo, assim, uma cidadania participativa. Trata-se de uma articulação de várias dimensões que visam: a) a apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre Direitos Humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local; b) a afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos Direitos Humanos em todos os espaços da sociedade; c) a formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político; d) o desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos orientados à mudança de mentalidades e de práticas individuais e coletivas que possam gerar ações e instrumentos em favor da defesa, da promoção e ampliação dos Direitos Humanos.
Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos é compreendida como um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, articulando as seguintes dimensões:
a) apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local;
b) afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade;
c) formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político;
d) desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos orientados à mudança de mentalidades e de práticas individuais e coletivas que possam gerar ações e instrumentos em favor da defesa, da promoção e ampliação dos direitos humanos.
O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) é fruto do compromisso do Estado com a concretização dos direitos humanos e de uma construção histórica da sociedade civil organizada. Ao mesmo tempo em que aprofunda questões do Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNEDH incorpora aspectos dos principais documentos internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, agregando demandas antigas e contemporâneas de nossa sociedade pela construção de uma cultura de paz, da democracia, do desenvolvimento e da justiça social.
Assim como todas as ações na área de direitos humanos, o PNEDH resulta de uma articulação institucional envolvendo os três poderes da República, especialmente o Poder Executivo (governos federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal), organismos internacionais, instituições de educação superior e a sociedade civil organizada. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) e o Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Justiça e Secretarias Especiais, além de executar programas e projetos de Educação em Direitos Humanos, são responsáveis pela coordenação e avaliação das ações desenvolvidas por órgãos e entidades, públicas e privadas.
O processo de elaboração do PNEDH teve início em 2003, com a criação do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos, formado por especialistas, representantes da sociedade civil, de instituições públicas e privadas e de organismos internacionais. Fruto de um trabalho concentrado da SEDH, do MEC e do Comitê, a primeira versão do PNEDH foi apresentada pelo Governo Federal em dezembro daquele ano, como forma de orientar a construção de políticas, ações e programas comprometidos com uma cultura de respeito aos direitos humanos.
Ao longo de 2004, o PNEDH foi divulgado e debatido em encontros, seminários e fóruns em âmbito internacional, nacional, regional e estadual. Em 2005, foram realizados encontros estaduais com o objetivo de difundir o PNEDH, que resultaram em contribuições da sociedade para aperfeiçoar e ampliar o documento. Mais de 5.000 pessoas, de 26 unidades federadas, participaram desse processo que, além de incorporar propostas para a nova versão do PNEDH, resultou na criação de 14 Comitês Estaduais de Educação em Direitos Humanos e na multiplicação de iniciativas na área.
Como resultado dessa participação lançou-se a atual versão do PNEDH que se destaca como proposta de um projeto de sociedade baseada nos princípios da democracia e da justiça social; de construção de uma cultura de direitos humanos, entendida como processo a ser apreendido e vivenciado numa perspectiva de cidadania ativa.
Fonte: http://portal.sdh.gov.br/clientes/sedh/sedh/promocaodh/edh
a) apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local;
b) afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade;
c) formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político;
d) desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos orientados à mudança de mentalidades e de práticas individuais e coletivas que possam gerar ações e instrumentos em favor da defesa, da promoção e ampliação dos direitos humanos.
O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) é fruto do compromisso do Estado com a concretização dos direitos humanos e de uma construção histórica da sociedade civil organizada. Ao mesmo tempo em que aprofunda questões do Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNEDH incorpora aspectos dos principais documentos internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, agregando demandas antigas e contemporâneas de nossa sociedade pela construção de uma cultura de paz, da democracia, do desenvolvimento e da justiça social.
Assim como todas as ações na área de direitos humanos, o PNEDH resulta de uma articulação institucional envolvendo os três poderes da República, especialmente o Poder Executivo (governos federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal), organismos internacionais, instituições de educação superior e a sociedade civil organizada. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) e o Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Justiça e Secretarias Especiais, além de executar programas e projetos de Educação em Direitos Humanos, são responsáveis pela coordenação e avaliação das ações desenvolvidas por órgãos e entidades, públicas e privadas.
O processo de elaboração do PNEDH teve início em 2003, com a criação do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos, formado por especialistas, representantes da sociedade civil, de instituições públicas e privadas e de organismos internacionais. Fruto de um trabalho concentrado da SEDH, do MEC e do Comitê, a primeira versão do PNEDH foi apresentada pelo Governo Federal em dezembro daquele ano, como forma de orientar a construção de políticas, ações e programas comprometidos com uma cultura de respeito aos direitos humanos.
Ao longo de 2004, o PNEDH foi divulgado e debatido em encontros, seminários e fóruns em âmbito internacional, nacional, regional e estadual. Em 2005, foram realizados encontros estaduais com o objetivo de difundir o PNEDH, que resultaram em contribuições da sociedade para aperfeiçoar e ampliar o documento. Mais de 5.000 pessoas, de 26 unidades federadas, participaram desse processo que, além de incorporar propostas para a nova versão do PNEDH, resultou na criação de 14 Comitês Estaduais de Educação em Direitos Humanos e na multiplicação de iniciativas na área.
Como resultado dessa participação lançou-se a atual versão do PNEDH que se destaca como proposta de um projeto de sociedade baseada nos princípios da democracia e da justiça social; de construção de uma cultura de direitos humanos, entendida como processo a ser apreendido e vivenciado numa perspectiva de cidadania ativa.
Fonte: http://portal.sdh.gov.br/clientes/sedh/sedh/promocaodh/edh
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